terça-feira, junho 27, 2006

Que pena

http://sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/20060627+Harry+Potter+pode+morrer.htm
Já choro...

Remember bada

Não te queixes, minha amiga
Isto ainda não é nada,
Não fiques embaraçada
Com a espiga já erguida,

Bem sei que é de porte
Mas tem de ser bem tratada
Se queres levar a picada
De um malho grande e forte

Encanta a minha serpente,
Com um brilhante felato
E para me veres contente

Não cuspas e come do prato
E se tiveres boca ardente
São petéquias no palato.

Perdoem... Era noite longa e não resisti a uma badalhocada.

Estudantada, toca a estudar!!!

Cale-se e vá ao estudo,
Que tarda em ter o seu curso,
Não durma na bananeira,
Que o tempo é um urso,
E depois se perde tudo,
Vão-se anos de sementeira.

Para esta época de exames... Boa Sorte a todos e Bom estudo!!!

sexta-feira, junho 23, 2006

Palavras

In a manner of speaking
I just want to say
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing

In a manner of speaking
I don't understand
How love in silence becomes reprimand
But the way that i feel about you
Is beyond words

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

In a manner of speaking
Semantics won't do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel
Might have to be sacrificed

So in a manner of speaking
I just want to say
That just like you
I should find a way
To tell you everything
By saying nothing.

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Ohohohoh give me the words
Give me the words
That tell me everything

Nouvelle Vague

segunda-feira, junho 19, 2006

Frágil, sinto-me frágil

Subtil, te aproximas
Levemente me agarras
E eu meio entorpecido
Fico preso de amarras,
Docemente me consomes
E eu caio adormecido
Envolto em redes finas
Sem perceber o teu perigo.
Agora que tu partiste
E não estou mais contigo,
Agora que longe dormes
Frágil me tenho sentido,
Só espero que tu tornes
E eu deixe de estar triste
Pois saudade é o meu nome
E não mereço esse castigo.

sexta-feira, junho 16, 2006

Lá longe

Longe de mim permaneces,
Assim é, foi e assim será,
Sei que nunca ficarás por cá
(Destino, que malhas teces?!)

Tão perto em tanto tempo,
E eu à força de querer-te
Mesmo assim fiquei inerte,
Agora todo eu lamento...

Leva minh' alma contigo
P' ra esse longínquo lugar,
E em verdade te digo

Que sozinho irei ficar,
Pois se isso se consente,
Esperarei para sempre.

Alma minha

Sublime, brilhante e sentido...


Alma minha gentil, que te partiste
tão cedo desta vida descontente,
repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,
memória desta vida se consente,
não te esqueças daquele amor ardente
que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
algüa causa a dor que me ficou
da mágoa, sem remédio, de perder-te,

roga a Deus, que teus anos encurtou,
que tão cedo de cá me leve a ver-te,
quão cedo de meus olhos te levou.
Luis Vaz de Camões

A todos aqueles que perderam o seu amor... Desejando que o reencontrem cedo.