terça-feira, maio 29, 2007

Linguística

Já repararam no uso erudito que os radicais de esquerda (vulgo comunistas) fazem da Língua Portuguesa? Dispensando as clássicas como: "camarada", "operário", "proletariado", "reforma agrária", as verdadeiras pérolas da Linguística residem em palavras como "mordomia", "benesse" ou "piquetes", verdadeiros símbolos do pensamento arcaico comunista.

Favas com chouriço

Hilariante e polémico, no mínimo:
"...Faz-me favas com chouriço/O meu prato favorito..." by José Cid.
Esta letra é brilhante, não tão brilhante como os gostos gastronómicos do autor...
Quem é que tem como prato favorito "favas com chouriço"?

quinta-feira, maio 24, 2007

O que é isto?!

Mas o Governo anda louco e sem norte?
Perseguição política, declarações insanas de ministros, indefinição das políticas...
Rigor, ousadia, carisma, capacidade de decisão e isenção marcam o XVII Governo Constitucional de Portugal.
Parabéns!

terça-feira, maio 22, 2007

Piadinha

Fez piada ao maioral
O antigo deputado,
E logo se viu achado
Um perjúrio oficial.

E foi logo castigado
Por esse dito jocoso.
E se fosse preguiçoso?
Era logo premiado!

Eles há tantos, afinal
A trabalhar p'ro Estado,
Que a solução natural

É tira-los do mercado,
Num processo exemplar
De Oliveira Salazar.

Monotonia

E assim se volta à velha monotonia.
Totalmente contra-natura, voltam os tempos de estudo e de stress pré-traumático.
Já não tenho idade para isso...

terça-feira, maio 15, 2007

Descascar

Acerca do engate: "Sei comer muito bem, mas têm de me dar a fruta descascada."
Quem é que raio diz uma coisa destas?!

segunda-feira, maio 14, 2007

Reflexão

A viagem de regresso ao trabalho dá sempre para reflectir alguma coisa. (É cerca de uma hora!!!)
Passou mais uma Queima das Fitas no Porto. Semana de loucura, libertação, choros, angustia, saudade, delírio e devassa.
Ficam as memórias, para o ano há mais...

terça-feira, maio 01, 2007

Revolução

A revolução não me alcança
Do caos sou inimigo,
Preservo o que é antigo
Sem descurar a mudança.

Se mudo, faço-o sereno
Na busca da perfeição
Tal como o cirurgião
Faz um retoque pequeno.

Mas como isto me cansa
Porque persisto no erro
Na velha e eterna andança

Sem modificar o que devo
E pergunto, de antemão:
Devo fazer a Revolução?