segunda-feira, junho 19, 2006

Frágil, sinto-me frágil

Subtil, te aproximas
Levemente me agarras
E eu meio entorpecido
Fico preso de amarras,
Docemente me consomes
E eu caio adormecido
Envolto em redes finas
Sem perceber o teu perigo.
Agora que tu partiste
E não estou mais contigo,
Agora que longe dormes
Frágil me tenho sentido,
Só espero que tu tornes
E eu deixe de estar triste
Pois saudade é o meu nome
E não mereço esse castigo.