Irmão
Como vozes do Inferno,
Que na minha alma pesam
Abafada na garganta,
Impotente som fraterno,
Mágoa minha, te condeno.
Esta fúria, e ela é tanta
Que centenas de anos rezam
É por ti, que triste cais
No prazer imediato
Em que caem os mortais.
Também eu me castiguei
De não ter a "vida santa"
Mas reflecte e vê de facto,
Porque sabes tanto ou mais
Tudo aquilo que eu sei.
in "Carta de Irmão"

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