quarta-feira, outubro 11, 2006

O Barrote

Um olhar meio perdido
Num porte alto e malvado
Foi o que dei por achado
E levei logo comigo.

Quem era? Uma senhora!
Seu nome? Lá o teria!
Havia de ser uma tia
Que eu pesquei em boa hora.

No momento da verdade
Onde tudo vai ao lume
Quem sabe foder, assume

Falando com ansiedade
E exige, então, em tom forte:
Faz uso do teu barrote!