Indignação
Que bela foda no cu,
Sonhei para ti, querida,
Ó mulher da minha vida,
Sim, és tu! Mesmo tu…
És uma desconhecida,
Que passou por mim na rua,
Meu Falo disse: "É tua!"
"E tem de me dar guarida",
Subiu alto o pensamento,
E alto subiu meu badalo,
P'ra te dar algum sustento,
Tenho pila de cavalo.
Mas tu preferes cabrões,
Eunucos, sem os colhões.
Esta poesia ocorreu-me em memória das belas senhoras que caminham com desdém pela calçada. Senhoras deste País, não cuspam no prato onde comem... Normalmente o prato tem salame e quem cospe somos nós!
Achei que seria um bom soneto para começar a verborreia senil, que versará neste blog, já por si demente.

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